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“Filhos não são nossos. Temos que dar asas para eles voarem e motivos para voltarem”

Estudar fora é, sem dúvida, uma experiência extremamente enriquecedora. Mas e como ficam os pais quando seus ‘pequenos’ vão estudar fora? Nem sempre é fácil desapegar e lidar com a distância, não é?! Gabriella Esgaib, a mãe do Eduardo, de 21 anos (à esquerda na foto), do Guilherme, de 19 (à direita), e do Ricardo, de 15, conta: “Apoiei desde o começo e estimulei muito a ida do Eduardo para o exterior, entretanto, sofria calada. Sempre fomos muito apegados. Foi muito difícil”. Hoje, Eduardo cursa Global Environmental Science na Universidade do Hawaii e é atleta da natação do time universitário. Está feliz.

Ele e Guilherme foram alunos da Virginia Center School. Mas Guilherme, ao contrário do irmão, preferiu ficar no Brasil, perto da família: ele cursa Direito na PUC São Paulo e faz estágio na área. Também está satisfeito.

Para as mães e os pais que têm receio dos filhos estudarem fora, a Gabriella tem uma orientação importante: “Filhos não são nossos. Temos que dar asas para eles voarem e motivos para voltarem. É claro que o meu coração fica apertado com meu filho tão longe.  Mas sei que isso é um passo importante na vida dele, que será um grande diferencial e que ele estará preparado para muitos desafios quando voltar”, diz.