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16th
Novembro

Jovens que gabaritaram o SAT e o ACT contam como conseguiram

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Uma boa nota em um dos dois exames pode abrir as portas das melhores universidades dos Estados Unidos. Confira como se preparar!

Os estudantes Gilberto Barcelos e Leonardo Francfort contam o segredo para ir bem nos exames SAT e ACT

São Paulo – Os diretores de admissões das principais universidades do mundo se apressam em dizer que apenas a nota dos exames padronizados – SAT, ACT e exames de proficiência – não garantem a aprovação de ninguém, uma vez que o processo de seleção holístico adotado pelas universidades americanas considera também atividades extracurriculares e histórico escolar.

Embora as notas não sejam tudo, elas significam, sim, muita coisa. Para se ter uma ideia, apenas 25% dos estudantes admitidos em Harvard, por exemplo, fizeram menos de 32 pontos (de um total de 36) no ACT; já 75% dos aceitos em Yale obtiveram notas superiores a 2140 (de um total de 2400) no antigo modelo do SAT.

Mas qual é o segredo para ir bem nestes exames? Os dois estudantes Gilberto Barcelos e Leonardo Francfort, são unânimes: treino é a chave. Ao invés de ficar decorando, pega os simulados e faz, pratica as redações, afirma Leonardo. A minha maior dificuldade foi acertar o tempo, explica Gilberto. Os dois, que conquistaram excelentes notas nos exames, foram entrevistados pela especialista em preparação Ana Virgínia Kesselring.

Confira abaixo o que eles dizem sobre a sua preparação, quais são as principais diferenças entre os dois exames e como eles conseguiram quase gabaritar estes exames padronizados.

SAT ou ACT: Qual exame escolher?

Como conseguir uma boa nota no ACT ou no SAT?

Quais foram as principais dificuldades no SAT e no ACT?

Este artigo foi originalmente publicado por Estudar Fora, portal da Fundação Estudar

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4th
Fevereiro

9th
Novembro

Conheça as alterações no exame SAT

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O SAT, um dos exames mais comuns exigidos no processo de seleção de universidades dos Estados Unidos, sofrerá importantes mudanças em março de 2016. Quem irá concluir o ensino médio ano que vem e pretende estudar fora, deve começar a se preparar já para o novo exame, ou então optar pelo ACT (prova que também é amplamente aceita pelas universidades).

Entre as principais alterações no SAT, está o fato de que não haverá mais penalidades para questões erradas. Os alunos poderão chutar se não souberem a resposta. Hoje, a cada quatro itens errados, um certo é anulado. As questões de múltipla escolha, por sua vez, terão apenas quatro alternativas em vez das cinco atuais.

Neste vídeo, a diretora do Virginia Center, Ana Virginia Kesselring explica outras alterações importantes no exame. Ana é especialista na preparação para provas como SAT, ACT, TOEFL e IELTS. Confira:

Quer se preparar para o SAT com especialistas no assunto? Entre em contato com a gente!

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Informações: Estudar Fora

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8th
Outubro

Como o inglês se tornou uma mania mundial?

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2 bilhões de pessoas no mundo estão tentando aprender inglês agora, sabia? Por isso, o inglês já é considerado a língua da ciência, a língua dos negócios globais e a língua da internet. Para praticar e aprender ainda mais de um jeito inspirador, temos uma dica: TEDs.

Aqui vai um dos nossos preferidos. Nesse vídeo, o empresário Jay Walker explica como o inglês se tornou essa “mania mundial”:

Aqui no Virginia Center nós acreditamos (e sabemos) que aprender só traz benefícios e oportunidades. Por isso nossas aulas são focadas no que chamamos de “Language Coaching”.

O Language Coaching é uma abordagem de aprendizado de línguas considerando o aluno como um indivíduo que tem influências internas e externas e deve ser motivado a estudar e aprender uma outra língua. Este processo inclui uma avaliação total de seu perfil e a montagem de um programa de estudo. Além de um acompanhamento (follow-up) através de uma análise de objetivos e resultados durante todo o processo.

Quer conhecer mais? Entre em contato com a gente.

 

 

 

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8th
Maio

“Filhos não são nossos. Temos que dar asas para eles voarem e motivos para voltarem”

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Estudar fora é, sem dúvida, uma experiência extremamente enriquecedora. Mas e como ficam os pais quando seus ‘pequenos’ vão estudar fora? Nem sempre é fácil desapegar e lidar com a distância, não é?! Gabriella Esgaib, a mãe do Eduardo, de 21 anos (à esquerda na foto), do Guilherme, de 19 (à direita), e do Ricardo, de 15, conta: “Apoiei desde o começo e estimulei muito a ida do Eduardo para o exterior, entretanto, sofria calada. Sempre fomos muito apegados. Foi muito difícil”. Hoje, Eduardo cursa Global Environmental Science na Universidade do Hawaii e é atleta da natação do time universitário. Está feliz.

Ele e Guilherme foram alunos da Virginia Center School. Mas Guilherme, ao contrário do irmão, preferiu ficar no Brasil, perto da família: ele cursa Direito na PUC São Paulo e faz estágio na área. Também está satisfeito.

Para as mães e os pais que têm receio dos filhos estudarem fora, a Gabriella tem uma orientação importante: “Filhos não são nossos. Temos que dar asas para eles voarem e motivos para voltarem. É claro que o meu coração fica apertado com meu filho tão longe.  Mas sei que isso é um passo importante na vida dele, que será um grande diferencial e que ele estará preparado para muitos desafios quando voltar”, diz.

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13th
Abril

Ex-aluno da Virginia Center School é aprovado em uma das melhores universidades do mundo

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A Virginia Center School pode se orgulhar de fazer parte de mais um caso de sucesso. O nosso ex-aluno Matheus Dias, de 18 anos, acaba de ser aprovado na Universidade Duke, nos Estados Unidos. A instituição é considerada uma das 20 melhores do mundo, segundo o ranking da publicação britânica Times Higher Education (THE). Apenas a título de exemplificação, a USP – tida como a número 1 do Brasil – aparece no levantamento entre as posições de número 201 e 225.

Matheus também foi aceito em outras três instituições de excelência: Notre Dame, Michigan e Washington. Antes de se candidatar às universidades, ele estudou por seis meses na Virginia Center, fazendo aulas preparatórias para o SAT (exame de ingresso em universidades norte-americanas), o TOEFL e o CAE (exames de proficiência em inglês) e acredita que as aulas foram importantes para suas aprovações. “A atenção da Virginia, proprietária da escola, aos alunos e a diversidade dos professores, que são originários de vários países (Estados Unidos, Eslovênia etc), tornam a escola muito interessante”, diz. “Agradeço muito o apoio que tive”.

Agora, Matheus não vê a hora de embarcar para os EUA para conhecer logo seus colegas de quarto e fazer amigos de vários países. “Tenho certeza de que esta será uma das experiências mais transformadoras e divertidas da minha vida. É um sonho que finalmente se realiza. Espero poder me desenvolver bastante e, no futuro, contribuir com o Brasil. Afinal, todos merecem ter oportunidade tão boas quanto as que eu estou tendo”.

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26th
Março

Por que estudar na Virginia Center School? Nosso aluno Valter Lima, CEO da ConnectCom, dá seu depoimento!

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“As aulas são muito dinâmicas e usamos diversas ferramentas como YouTube, vídeos do Coursera, podcasts… Há uma parceria grande entre aluno e professor para que os resultados aconteçam”. A frase é de Valter Lima, de 48 anos, presidente da ConnectCom, empresa integradora de soluções em Tecnologia, que figura entre as 200 maiores do setor.

Valter procurou a Virginia Center School em 2012 para se preparar para um programa Executivo na Escola de Negócios da Universidade Stanford, que está entre as 10 melhores do mundo. Ele gostou tanto que, depois de voltar dos EUA, resolveu continuar as aulas para se aprimorar ainda mais na língua inglesa.

“A escola me ajuda bastante. As aulas de reforço foram muito importantes para o meu curso em Stanford e agora têm me auxiliado na evolução do meu inglês”, diz. Quando questionado se recomenda a escola, Valter não hesita: “Recomendo sempre que posso porque gosto da metodologia, do compromisso dos professores e dos resultados que alcanço”.

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19th
Março

Fazer a graduação nos Estados Unidos pode dar retorno de US$ 1 milhão em 20 anos

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Muitos estudantes sonham em estudar em uma universidade norte-americana. E não é a toa. Das 100 melhores universidades do mundo, 46 estão nos Estados Unidos, conforme o último ranking acadêmico da publicação britânica Times Higher Education (THE). Entre as ‘top 10′, oito são de lá.

Estudar em uma instituição de ensino de elite do país, como Harvard, não é nada barato: somente a anuidade do curso de graduação pode ultrapassar os US$ 40 mil. Mas, segundo dados divulgados pela consultoria norte-americana Payscale, a experiência cada centavo do investimento: estudar em escolas de excelência no país pode dar um retorno de um US$ 1 milhão em 20 anos. Exatamente: US$ 1 milhão!!!

Veja a seguir as 10 universidades que, segundo a pesquisa, em 20 anos proporcionam o melhor retorno do dinheiro aplicado:

1. Harvey Mudd College: US$ 1,104 milhão
2. California Institute of Technology (Caltech): US$ 1,029 milhão
3. Stanford University: US$ 966 mil
4. Stevens Institute of Technology: US$ 948 mil
5. Babson College: US$ 946 mil
6. Massachusetts Institute of Technology (MIT): US$ 943 mil
7. Princeton University: US$ 932 mil
8. Brown University: US$ 867 mil
9. Rice University: US$ 843 mil
10. Kettering University: US$ 822 mil

Ficou interessado? A Virginia Center School pode te ajudar. Além de cursos regulares de inglês para você adquirir fluência na língua, oferecemos também aulas preparatórias para o SAT e o ACT (as provas exigidas pela maioria das universidades), e para os testes de inglês TOEFL e IELTS. Entre em contato para saber mais!

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17th
Março

Inglês é indispensável no mercado de trabalho

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Há vários anos, falar inglês deixou de ser diferencial no mercado de trabalho para tornar-se requisito obrigatório a quem deseja alavancar na carreira. Em um mundo cada vez mais globalizado e competitivo, ser bilíngue é tão importante quanto à própria formação acadêmica. Afinal, de que adianta ter cursado a graduação em uma universidade ‘top’, mas ter no currículo inglês básico?

Segundo uma pesquisa divulgada este ano pela empresa de seleção e recrutamento Robert Half, 80% dos diretores de RH das organizações consideram a fluência em inglês muito importante para os negócios.

Outro estudo, desta vez conduzido pela Education First Corporate Language Learning Solutions (EF CLLS), mostra que 75% empresas brasileiras dizem que o uso do inglês diariamente no trabalho é “muito útil”. Para 37% das companhias, a utilização do idioma cresceu de forma “muito significativa” nos últimos três anos.

E você já fala inglês ou vai deixar passar as melhores oportunidades?

 

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26th
Abril

Suplemento de Educação

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Master of Fine Arts

Depois de uma temporada de oito meses em Nova York em 2010, a estudante de Design de Produtos da Faap Kyra Altmann, de 22 anos, se prepara para morar outra vez no exterior. Vai fazer mestrado na Inglaterra. “Fui para Nova York meio por acaso. Uma amiga ia morar lá e acabei indo também, para estudar artes.” Kyra se forma agora no meio do ano. Pretende começar o Master of Fine Arts (MFA) ainda em 2012. Ela quer estudar no Chelsea College of Arts and Design, em Londres, que tem entre seus ex-alunos a cineasta Jane Campion, diretora de O Piano, e os atores Ralph Fiennes e Alan Rickman (respectivamente, lorde Voldemort e Severo Snape na série Harry Potter). “Gosto de ter metas. Antes de me candidatar já comecei a estudar para os exames de inglês”, diz. Há um ano, Kyra voltou a ter aulas do idioma pensando em seu mestrado. “É importante ter um bom nível de inglês para poder participar das aulas, se colocar e expor suas ideias”, afirma. “Pode parecer que não, mas no MFA tem que escrever muito texto.” Enquanto não viaja, Kyra treina escrevendo em inglês em seu blog kyraaltmann.blogspot.com. “Escrevo sobre assuntos que me interessam, sempre voltados para a arte”, diz. O canal também serve para a estudante divulgar seu trabalho. “O portfólio é muito importante. Não só os trabalhos, mas a apresentação também.”

Veja a matéria em:

 


Ace americanoFirmiano de Moraes Pinto Filho, de 18 anos, joga tênis desde os 7. “No começo era só diversão, mas eu e minha irmã começamos a jogar bem e foi ficando mais sério.” Aos 10 anos, Firmiano virou tenista federado, para disputar campeonatos. A partir daí começou a levar o esporte mais a sério. “Dos 13 aos 17 anos treinava 4 horas por dia no Clube Paineiras.” Ele disputou torneios por todo o Brasil e chegou a ser o número 4 em sua categoria, mas houve uma hora em que precisou tomar uma decisão. “Quando você faz 16 anos precisa decidir se vai seguir o tênis profissionalmente ou treinar mais leve e ter uma vida social agitada.” Firmiano escolheu a segunda opção. Em 2011, ele cursou o high school em Birmingham, no Alabama, e aproveitou para conhecer boas faculdades nos Estados Unidos. “Gostaria de morar do centro para o sul, porque não é muito frio. A Universidade de South Carolina seria uma boa opção.” Este mês Firmiano vai fazer o Test of English as a Foreign Language (Toefl), teste que avalia o nível de proficiência em inglês de estudantes estrangeiros. Em maio, é a vez do SAT, exame no qual o Enem se inspirou, necessário para tentar se inscrever em uma universidade americana. “Acho que vou bem, pois já sei falar inglês e meu nível de matemática é bom.” Mesmo assim, por garantia ele está fazendo aulas de matemática e de inglês três vezes por semana, na Virginia Center School.Veja a matéria em:

 


Taxista na Madeleine VilleO taxista Elbert Daniel da Silva Novaes, de 32 anos, descobriu um filão na região onde faz ponto, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. “Muitos clientes são estrangeiros e grande parte não fala português”, diz. “Vários chegam com o endereço anotado num papel, porque sabem que é difícil encontrar taxistas que falem inglês.” Por conta disso, Elbert decidiu se matricular em um curso de inglês criado especialmente para taxistas na Virginia Center School. “Minha turma tinha só eu e mais um colega. Mas ele teve que parar.” Por conta disso, Elbert só assistiu aula por três meses. “Agora estou aguardando mais alguém se matricular para dar continuidade ao curso.” Mesmo com pouco tempo de aula, o taxista já sente que fez algum progresso. Pretende ao menos aprender o básico para se comunicar com clientes estrangeiros. “Às vezes eles querem marcar alguma corrida, fazer alguma coisa diferente e, sem falar inglês, não consigo fazer isso.”Veja a matéria em:

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